As sete cláusulas que decidem o destino de uma holding familiar, e o que a lei faz quando elas faltam
Constituir a holding é a parte barata. O que decide se ela vai proteger a família são sete cláusulas: quem entra, quem vota, quem pode ser retirado, quanto vale a saída, a quem se pode vender, quem administra depois e de onde vem o dinheiro para pagar tudo isso. Este texto mostra, com números, o que a lei impõe quando o contrato cala e quanto isso custa.




