A holding familiar resolve três coisas concretas: antecipa a partilha sem inventário, protege o patrimônio de risco empresarial e reduz o ITCMD quando a doação de quotas é feita antes de a alíquota estadual subir. Não resolve dívida já existente, não blinda contra fraude reconhecida e não faz sentido para patrimônio pequeno, onde o custo de constituir e manter supera a economia. A conta muda conforme o estado, o tipo de bem e a idade de quem doa, e é essa conta, não a estrutura, que decide.
Uma holding bem feita exige análise de ITBI, ganho de capital, ITCMD, regime de casamento, herdeiros, contratos de locação, empresas operacionais e regras de governança. Nosso trabalho é desenhar uma estrutura com propósito econômico, documentos sólidos e contabilidade capaz de sustentar o planejamento no dia a dia.
Cada projeto de holding familiar possui página própria, diagnóstico específico, etapas, riscos, benefícios e documentos adequados ao objetivo do cliente. A atuação é consultiva, técnica e integrada ao planejamento patrimonial maior.